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MULHER DE BRANCO
Moça vestida de branco que à noite aparecia pedindo carona aos caminhoneiros na antiga estrada Rio-São Paulo. Os motoristas de caminhão sempre solícitos com mulheres, estacionavam o veículo e abriam a porta para o ingresso da bela jovem. A viagem prosseguia. A moça retraída, estranha, sombria, calada, limitava-se a responder com monossílabos ao que lhe perguntavam. Entretanto, algum tempo depois, os motoristas se arrepiavam de pavor ao notarem que a moça, simplesmente desaparecera. Contava os caminhoneiros que ela fora morta, atropelada por um caminhão, ao dirigir-se à igreja no dia de seu casamento. É um causo contado no estado de São Paulo. |
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